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3 Principais dúvidas sobre a cirurgia de aumento de mama

Médicos realizando procedimento de aumento de mama

O aumento de mama é realizado com implantes para proporcionar volume e restauração nos seios  

Para alcançar a satisfação de seios fartos, a paciente pode optar pela cirurgia do aumento de mama, veja quais são as informações mais essências para essa técnica.

A cirurgia de aumento de mama utiliza implantes de silicone para preenchimento, e pretende dar volume para os seios pequenos ou reparar a massa perdida na redução de peso, ou gravidez.

Nos últimos anos, as próteses avançaram bastante, apresentando mais resistência e durabilidade. Anteriormente, o prazo de validade era de 10 anos. Porém, hoje, com exames rotineiros, pode-se fazer um acompanhamento, resultando em um prazo maior.

Como é a cirurgia?

Faça os exames recomendados pelo médico para confirmar se é seguro realizar a cirurgia, para de fumar e evitar tomar remédios, como anti-inflamatórios, aspirina e naturais 15 dias antes. No dia, permaneça em jejum por 8 horas.

O cirurgião faz a marcação na paciente dos pontos de referências e dos locais de corte. Uma pequena incisão é feita em volta da aréola, na axila ou na parte inferior da mama e, em seguida, ocorre a inserção do silicone.

Este pode ser colocado embaixo, acima ou atrás do músculo, ou do tecido mamário, prosseguindo com o fechamento com suturas, colas ou adesivos para cicatrização da cútis.

Imediatamente os resultados são visíveis, no entanto, haverá provavelmente dores e inchaço no local, que irão reduzir com o tempo. A recuperação é de 24 a 48 horas, seguido de um período de repouso.

Prótese de silicone para aumento da mama

Decidida entre a paciente e o cirurgião a escolha das próteses necessita conciliar expectativa e o biotipo da mulher para aumento de mama, sendo importante considerar as seguintes características dos formatos:

  • Anatômico – possui um formato de gota, serve para reconstrução da mama, realiza o aumento dos seios, promovendo um efeito natural, foca o volume na parte inferior da prótese de silicone, assim deixa o colo pouco marcado, recomendado após a mastectomia ou lesão (remoção da mama);
  • Redonda – proporciona uma aparência volumosa e arredondada na região do colo, a que fica perto do pescoço. Sugerida para pacientes com tórax simétrico;
  • Cônica – indicado para mulheres com tórax estreito, o tipo oferece protuberância na área dos mamilos, permitindo o impulsionamento das mamas para frente.

Após a escolha do formato, destaca-se a importância do perfil da prótese que são: super alto, alto, moderado e baixo. De modo que, quanto mais alto o elemento escolhido, mais empinada a mama fica e, consequentemente, pouco natural, este podendo solucionar queixas de quedas de seios críticas.

Já no moderado e no baixo, os seios ficam mais planos, a prótese tem pouco volume e grande diâmetro, não ocorrendo a projeção e nem marcação do colo, obtendo um resultado mais natural.

O tamanho do silicone varia de acordo com cada corpo, sendo comuns usar próteses com cerca de 300ml. Em mulheres altas, com tórax e quadril mais largos, recomenda-se a partir de 400ml.

Como comportar-se no pós-operatório da cirurgia de aumento de mama

Após a operação de aumento de mama, é recomendado andar de carro com o banco reclinado, evitar pegar peso, exercícios físicos, movimentos bruscos ou levantar os braços dentro de 4 semanas.

Atividades que exijam o balanço das mamas devem ser abolidas por um período de 2 meses, como: pular, balançar, saltar, jogar vôlei, andar a cavalo. Após esse período, consulte o médio para novas recomendações.

Os principais riscos do aumento de mama são dores no peito, mama dura, diminuição da sensibilidade e costas curvadas provocada pelo peso, além disso, também pode ocorrer hematomas, infecções ou rejeição da prótese.

Para sanar as dúvidas referentes ao aumento de mama, consulte um especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica para ter  mais confiança para realização da cirurgia.

Saiba também como funciona a cirurgia de mamoplastia.

Fonte:

Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica